Refri-Files: Cobra

set 3rd, 2009 | By Andreia D'Oliveira | Category: Refri-Files

Stallone CobraApresento a nova seção “Refri-Files”!

Decidi começar por essa personagem “profunda”, “espetacularmente” interpretada por Sly em 1986, apenas por um motivo: a maioria das pessoas que chegam até o site, por mecanismos de busca, digitam “Stallone Cobra” – que só perde para He-Man o filme (alguma dúvida de qual será o assunto do próximo “Refri-Files”?).

Stallone Cobra, que no original era apenas “Cobra” (não me perguntem, coisas dos anos 80 como “Teen wolf” virar “Garoto do Futuro” só porque tinha como protagonista Michael J. Fox) apresenta em sua trama a história de um policial que persegue um assassino. O tradicional “polícia e ladrão” se não fosse por um detalhe: Cobra não é qualquer policial!

A Missão é impossivel e você está sem um Tom Cruise (certo, foi péssima, continuando)? O caso é complexo e perigoso? Toda vez que a policia se vê em um desses perrengues não se furta em chamar o policial Marion Cobretti (Cobretti? Ai meu Deus), mais conhecido por Cobra, do Esquadrão Zumbi (e quem disse que não podia piorar?) especializado (entenda como quiser) em fazer serviços que ninguém mais pode, ou quer.

Se você ainda não entendeu quem é essa personagem, assista uma das primeiras cenas do filme: Cobra entra no supermercado, munido de sua arma, óculos escuros e calças jeans – que eu chamaria de “pega-rapaz” tipo aquelas do Zezé de Camargo, manja? – onde tem um maluco do c****** que está mandando bala em todo mundo. Quando o oponente começa a atirar em sua direção, Cobra abre uma lata de refrigerante (pelo menos assim me lembro) e bebe, como se não estivesse acontecendo nada, joga a lata e começa a atirar também. Você até espera ele arrotar, claro que não acontece, mas a “deixa” fica ali… Cobra pode! Ele teria tempo pra isso antes de entrar na ação.

Infelizmente(?) Stallone recebeu uma indicação do Framboesa de Ouro (prêmio dos piores filmes do ano) por sua atuação. O filme recebeu, no total, seis indicações contando com a de pior ator. As outras foram: Pior Filme, Pior Atriz (para Brigitte Nielsen, a mocinha), Pior Ator Coadjuvante (para Brian Thompson), Pior Roteiro e Pior Revelação (para Brian Thompson). Um filme no mínimo imcompreendido.

A dublagem, para aqueles que acompanham o “Versão brasileira” aqui do Refri também sabem que é “primorosa”. Interpretado pelo dublador André filho, as frases são realmente impactantes. Um exemplo? “Você é a doença, eu sou a cura”. Para ouvir, é só pressionar o “play”. Se você não conhece acredite: não vai se arrepender. =D


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Andreia D’Oliveira que assistiu a “Comando para matar” quando tinha  7 anos e acha que isso a fez uma pessoa melhor.

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One comment
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  1. Sensacional !! Sua narrativa me levou de volta as cenas !! Sempre bom relembrar e reviver este personagem da literatura moderna!! hahaahahahahah

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